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Muitas pessoas sofrem com problemas de infiltrações, isto é, a ação de líquidos no interior das estruturas construídas. Elas podem transformar-se em um incômodo tão grande, que muitas vezes geram mofos, descascam as paredes e estouram revestimentos. Para solucionar esse problema, confira dicas do diretor de engenharia da DWG Construções, Danilo Bonfim:
De acordo com o especialista, existem dois tipos básicos de infiltração: os de causa interna e os de causa externa. “O primeiro caso são aqueles causados por problemas no próprio apartamento ou no apartamento vizinho, como canos estragados. Já as causas externas são normalmente as ações da chuva e umidade do solo”, explica.
Independente da causa das infiltrações, elas podem causar inúmeros estragos, como descascar as paredes, estourar revestimentos de parede e piso, degradar tetos em gesso, gerar mofos em geral e agredir as esquadrias externas.
O desgaste natural, a ação do tempo e a exposição constante às intempéries, como a chuva, tornam fachadas e muros mais suscetíveis à penetração de água. Após alguns anos, é comum que a água da chuva encontre fissuras na estrutura externa, permitindo a passagem da umidade para as áreas internas da edificação.
Além do desgaste natural que gera microfissuras e rachaduras, imóveis que passaram por reformas recentes ou que tiveram falhas na construção podem adquirir fendas que facilitam a entrada de água pluvial. O resultado imediato desse problema é a formação de mofo e bolor na parede interna, comprometendo a estética e a saúde dos moradores.
Essa entrada de água, que ocorre no sentido externo para interno, é conhecida como infiltração por intempéries ou pressão negativa.
Para combater a infiltração na parede externa e a umidade que migra para o interior, as soluções tradicionais que exigem o reparo total da superfície são as mais indicadas.
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As infiltrações podem surgir por diversos motivos, desde estragos nas tubulações até pisos danificados. “Os motivos comuns são rejuntes mal executados, pisos inadequados para áreas molhadas (cerâmicas cruas que absorvem água), esquadrias externas mal executadas, falta de proteção em alvenarias externas no 1º pavimento, telhados danificados, além das impermeabilizações com danos nas áreas externas”, revela Danilo.
Normalmente, as infiltrações são mais comuns nas áreas mais molhadas da casa, como cozinha, banheiro, varanda e até áreas externas de apartamentos, já que estão mais em contato com a água e solventes químicos, que agridem as proteções contra infiltrações. “Quando uma das proteções sofre algum tipo de dano, o líquido terá vazão para outro local que não está preparado para receber essa umidade, causando os frequentes vazamentos no teto do apartamento de baixo, por exemplo”, conta o diretor de engenharia.
“As infiltrações são facilmente prevenidas no momento de construção e reforma da casa, uma vez que as soluções de condução da água para locais adequados e seguros são executadas com proteções químicas e físicas nos rebocos, evitando a quebra do local posteriormente. No mercado existem diversos produtos com a finalidade de prevenir as infiltrações, ainda na execução da obra”, esclarece o engenheiro.
O simples uso de silicone nas extremidades de uma janela externa, por exemplo, já elimina 90% das infiltrações.
“O comprador deve verificar se a área externa possui um piso impermeável em contato com a parede externa, se as janelas possuem pingadeira direcionada pra fora da casa e silicone de vedação no seu perímetro, se os rejuntes do piso das áreas molhadas estão íntegros, se existem danos no telhado e alguma infiltração aparente na casa”, aconselha o especialista.